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Celso Ramos, Santa Catarina, Brazil
Kelly Amanda Motah::: ”Antes de me criticar me supere Okaay?! - Aquela menina pequena; do cabeelo grandão , que sonha com os pés no chão (?) (: A menininha com jeitinho de boazinha, com caarinha de quietinha, mas que não é bobinha (6)³.! A menina que sente falta da família’ , mas que nunca deixou de amar .~ A menina de muitos colegas e poucos amigos.! A menina que te ouve, que te da conselho, quue te dá broncas, e que as escuta também .~ A menina que ama, que sofre, mas quue nunca desiste do seu conto de fadas, e do seu principe .! Obs: Øяiginals ® – Rєcuse Iмiταçõєs™ █║▌│║▌║▌│█│▌║│█║█║│▌║│█║▌ ¹²³ ³² ²³¹ ¹ ¹²³² ³²¹ ³² ¹²³²¹

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011


aplasia medular é uma doença caracterizada pela deficiência medular, ou seja, disfunção da medula óssea, sendo tal doença separada em dois níveis, a moderada e a grave. O diagnóstico da aplasia medular é feito através de um exame chamado hemograma, no qual constam todos os componentes sangüineos.
A medula do osso é responsável pela produção dos componentes sanguineos (hemáciasplaquetasleucócitos). As hemácias são responsáveis por carregar o oxigênio a todas as partes do corpo e possuem uma cor avermelhada, pois possuem em sua composição o ferro. Os leucócitos são responsáveis pela proteção de nosso corpo, são eles os produtores deanticorpos. As plaquetas são responsáveis pela coagulação do sangue.
Os principais sintomas dessa doença são: anemia (palidez), devido ao baixo número de hemácias; infecções contínuas, devido ao baixo número de leucócitos; e sangramento demucosas, devido ao baixo número de plaquetas.
Aplasia medular é uma doença muito séria que pode ser considerada congênita ou adquirida. A aplasia adquirida é geralmente aquela que é causada pela utilização de certos medicamentos(como o cloranfenicol) ou drogas ilícitas. Já a congênita é aquela que ocorre devido a um fator genético.
No caso de ser congénita, o tratamento mais eficaz contra a aplasia medular é o transplante de medula óssea, sendo o doador quase sempre um familiar (a chance de o doador ser um irmão é igual a 25%, já para um doador desconhecido as chances caem para uma em cem mil). Contudo, antes de o paciente receber a doação da medula, ele deve se submeter a um tratamento químico feito através de medicamentos por via oral ou intravenosa. Esses medicamentos atuam como estimuladores da medula já falida.

PROTEÇÃO E DEFESA AOS ANIMAIS
"Salvando os animais da ameaça humana".
Lei: abandono e maus-tratos é crime. Veja como denunciar!
Caso você veja ou saiba de maus-tratos cometidos contra qualquer tipo de animal, não pense duas vezes: vá a delegacia de polícia mais próxima para lavrar boletim de ocorrência ou, se preferir, compareça ao Fórum para orientar-se com o Promotor de Justiça (Promotoria de Justiça do Meio-Ambiente em SP: [11] 3119-9524). A denúncia de maus-tratos é legitimada peloArt. 32, da Lei Federal nº. 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais)É importante levar com você uma cópia do número da Lei (no caso, a 9.605/98) e do Art. 32 porque, em geral, as autoridades policiais nem tem conhecimento dessa lei. Leve também o Art. 319 do Código Penal, caso  a autoridade se recuse a abrir o Boletim de Ocorrência. Afinal de contas estamos no Brasil, e se os próprios cidadãos deste País sofrem com o descaso de muitas autoridades, imagine os animais! Eis o texto da Lei:
"Artigo 32 da Lei Federal nº. 9.605/98
È considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, doméstico ou domesticados, nativos ou exóticos.
Pena - Detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa.
Parágrafo 1°. - Incorre nas mesmas Penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animais vivos, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
Parágrafo 2°. - A Pena é aumentada de 1 (um) terço a 1(um) sexto, se ocorrer a morte do(s) animal(s)."
Os atos de maus-tratos e crueldades mais comuns são:
  • abandono;
  • manter animal preso por muito tempo sem comida e contato com seus donos/responsáveis;
  • deixar animal em lugar impróprio e anti-higiênico;
  • envenenamento;
  • agressão física, covarde e exagerada;
  • mutilação;
  • utilizar animal em shows, apresentações ou trabalho que possa lhe causar pânico e sofrimento;
  • não procurar um veterinário se o animal estiver doente;
Isto serve para os animais domésticos mais comuns como cães, gatos e pássaros, também cavalos usados em trabalho de tração (aquelas carroças muito comuns nas ruas de grandes cidades), além de animais criados e domesticados em sítios, chácaras e fazendas. Animais silvestres estão inclusos nessa Lei, possuindo também Leis e Portarias próprias criadas pelo IBAMA.
Assim que o Policial ou Escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cabe cumprir a instauração de inquérito policial. Se ele se negar a fazê-lo, sob qualquer motivo, lembre-o que ele pode ser responsabilizado por crime de prevaricação e negligência, previsto no Art. 319 do Código Penal que diz: "È crime retardar ou deixar de praticar indevidamente ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa da lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal." Exija falar com o Delegado responsável, que tem o dever de lhe atender e de fazer cumprir a Lei. Faça valer seus direitos e o daqueles que não podem falar e sofrem em silêncio!
Caso ainda assim não consiga atendimento satisfatório, denuncie! Denúncia ao Ministério Publico - SP Tel.: (11) 6955-4352. Para tanto, anote o nome e a patente de quem o atendeu, o endereço e número da delegacia, o horário, data e faça um relato em duas vias, pedindo para protocolar uma delas. Se você estiver acompanhado de alguém, este poderá ser sua prova testemunhal para o encaminhamento de queixa ao MP.
Tudo o que você conseguir como fatos e provas devem ser anexados junto à ocorrência para auxiliar no seu B.O.: relatos de testemunhas, fotografias, laudo veterinário, placa do carro que abandonou o animal, etc.
Uma questão muito comum: " - Tenho medo de denunciar pois isso poderá causar problemas para mim e para as testemunhas, como ameaças, agressões, etc". Sobre isso, leia abaixo:
VOCÊ NÃO SERÁ O AUTOR DO PROCESSO JUDICIAL QUE PORVENTURA SEJA ABERTO A PEDIDO DO DELEGADO.
 Preste atenção: o Decreto 24.645/34 diz, em seu artigo 1° e 2º (parágrafo 3°):
  1. "Todos os animais existentes no País são tutelados pelo Estado";
  2. "Os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Publico, seus substitutos legais e pelos membros das Sociedades Protetoras dos Animais"
Portanto,  na verdade, não é você quem estará abrindo um processo judicial e sim o Estado. Uma vez concluído o inquérito para apuração do crime, o Delegado o encaminhará ao Juízo para abertura de ação, onde o Autor será o Estado.
Em São Paulo você também poderá fazer sua denúncia pela Internet. A Prefeitura mantém um site específico http://sac.prodam.sp.gov.br/ em cuja página você irá encontram um cadastro de solicitações com um menu de opções. Procure pela palavra "Animais" e clique em "OK". Você encontrará um novo menu com a especificação do assunto. Escolha entre as opções: "Criação inadequada de caes/gatos (s/higiene, excesso de animais)", ou "Maus tratos a animais (caes,gatos e cavalos)". Em outros Estados, procure na Internet pelo site oficial de sua Prefeitura que, em muitos casos, também possui serviço semelhante.
Se o crime for contra Animais Silvestres (que são todos aqueles animais pertencentes às espécies nativas, migratórias, aquáticas ou terrestres, que tenham a sua vida ou parte dela ocorrendo naturalmente dentro dos limites do Território Brasileiro e suas águas jurisdicionais), além de serem normalmente protegidos pela Lei 9.605/98 descrita acima, ainda podem ser denunciados à Polícia Florestal (onde houver) e ao IBAMA no "Linha Verde", Tel.: 0800-618080 (ligação gratuita). Lembrando que Animais Silvestres possuem Leis e Portarias específicas previstas na Constituição e no Código Penal. Se você tiver acesso a Internet, pode visitar o site http://www.renctas.org.br/ e fazer a denúncia através do e-mail:renctas@renctas.org.br Em São Paulo você também pode entrar em contato com o DEPAV (11) 3885-6669.

Medos


TIPOS DE FOBIAS Segundo Luiz Gonzaga Leite, coordenador do departamento de psicologia do Hospital Santa Paula, fobia é o medo irracional de algo que não apresenta riscos iminentes. Essa sensação é, geralmente, acompanhada por ansiedade.

Confira abaixo alguns dos principais tipos de fobias que podem prejudicar profissionais no ambiente de trabalho ou na busca por uma oportunidade:

Agorafobia - medo de espaços abertos e cheios de pessoas, como praças, jardins, lojas, shopping centers etc.

Amaxofobia ­- medo de andar de carro.

Atelofobia -­ medo da imperfeição.

Aviofobia ­- medo de viajar de avião.

Ciberfobia -­ medo dos computadores.

Claustrofobia - medo de lugares fechados, como elevadores, túneis e ambientes pouco ventilados.

Climacofobia -­ medo de escadas.

Glossofobia -­ medo de falar em público.

Hipsiofobia ou altofobia -­ medo de altura.

Rupofobia ­- medo de sujeira, de ser contaminado ao tocar objetos ou pessoas.


Temos medo de perder o emprego, de sermos assaltados, de ficarmos doentes, de sermos criticados, de enlouquecermos, de ninguém gostar de nós… de morrermos sozinhos. A lista de medos parece infindável, tal é a força e a rapidez com que os assimilamos, criamos, gravamos e transmitimos ao longo do tempo, quase sem nos apercebermos disso! Receamos até enfrentar o medo e raramente nos predispomos a observar e a �limpar� os nossos medos mais internos, a assumir, em primeiro lugar para nós mesmos, aquilo que realmente mais nos preocupa e entristece. Como podemos transformar o medo em coragem?

De onde vêm os medos?
Biologicamente fomos programados para sentir medo face a certas situações (como a sensação de cair ou a audição de ruídos fortes), que accionam em nós mecanismos de alerta e de defesa. Perante uma ameaça, o nosso alarme interno dispara e desencadeia-se de imediato uma resposta: tal como os animais, tendemos a fugir ou a atacar quando algo nos assusta e nos sentimos ameaçados. Contudo, enquanto que os animais reagem ao perigo imediato e real, o ser humano tem medo também da simples recordação, da antecipação ou da imaginação de uma situação “perigosa”.
Ou seja, temos medos instintivos que trazemos de nascença e medos racionais que vamos adquirindo com o decorrer do tempo, que nos afastam e protegem de perigos graves e reais, e que são essenciais à nossa sobrevivência. Ensinámos e bem uma criança a temer o fogo, para não se queimar, ou a mexer com cuidado numa faca afiada. Mas a nossa imaginação é fértil em produzir medos irracionais, sem sentido - autênticas teias que nos podem aprisionar e asfixiar. Desses resultam as fobias.
Na verdade, a maioria dos medos, receios e sensações de ansiedade com que lidamos no dia-a-dia (como o medo da opinião dos outros, o medo de adoecermos…) são aprendidos e espoletados na interacção com os outros, são socialmente “fabricados”, podendo ser altamente “contagiosos” e nocivos para a plena expressão das nossas vidas. Estão “impressos, â��gravadosâ�™ no mais fundo do nosso eu, porque desde há milhares de anos que todas as culturas de todos os lugares e de todas as épocas, os governos, as famílias e a maior parte das religiões descobriram que o medo era uma verdadeira â��minaâ�™ por se tratar do mecanismo psicológico mais rápido, mais eficaz, mais seguro e duradouro de controlar o ser humano”, afirma o psicopedagogo Bernabé Tierno (no livro Aprenda a Viver). Ainda hoje as Igrejas se referem aos “crentes e tementes a Deus”, e os pais ao “papão” ou ao “lobo mau” que leva os meninos mal comportados…
A educação, tal como a noção de cidadania, não deve basear-se no medo de represálias, mas sim na noção de dever e de respeito por nós próprios e pelo outro. Vítor Rodrigues, psicólogo e professor universitário, 1 adverte que “o medo é uma técnica absolutamente anti-educativa que, em lugar de guiar as pessoas à expansão para dentro, rumo às suas melhores capacidades, e para fora, ao encontro do seu semelhante, as condena a inibir e â��encolherâ�™ partes de si mesmas e a temerem os outros, retraindo-se face a eles. O medo cria seres humanos restringidos, coxos… E talvez não seja por acaso que algumas das principais manifestações físicas do medo sejam sensações de aperto no coração, garganta, estômago…”.

Quando ter medo é sinal de doença
Por vezes, os nossos medos ultrapassam os limites do razoável e podem tornar-se doentios, irracionais e incontroláveis. Quando é que podemos estar perante um medo patológico? O que distingue um medo intenso mas “normal”, de uma fobia? Vítor Rodrigues explica que “os critérios normalmente empregues dizem respeito, por um lado, ao impacto do medo na vida da pessoa e, por outro, ao grau em que é ou não racionalmente compreensível para a mesma e/ou para outros. Exemplificando, normalmente não consideramos que se esteja perante uma fobia quando alguém, após ter sido mordido por uma abelha, vê com apreensão a proximidade de um desses insectos; se, em contrapartida, ficar quase em pânico, sem saber porquê, ao vê-la aproximar-se, poderemos falar em fobia”.
As fobias “são um caso particular de medo patológico, em que esse medo parece estranho, até irracional, mesmo para quem sofre dele. Há medos que se tornam extremamente intensos e perturbadores mas não são fóbicos pois conhecemos a origem deles. Imagine-se o medo de uma pessoa que, após ter sobrevivido a um terramoto, sente a terra tremer e fica em pânico - mesmo que esse tremor seja somente o correspondente à passagem do metropolitano sob os seus pés… Neste caso, não se trata de uma fobia mas de um medo exagerado, com um impacto tão forte quanto negativo na vida da pessoa, impacto esse que pode até ser incapacitante. Donde, um medo â��patológicoâ�™”, acrescenta o mesmo psicólogo.

Fobias mais comuns
Entende-se por fobia o medo persistente, irracional e exagerado diante de algo inofensivo e que provoca um desejo incontrolável de se evitar aquilo que se teme. Os objectos e as situações temidas podem ser as mais variadas, dando azo a designações pomposas: animais (zoofobia), trovoada (geraunofobia), altura (acrofobia), espaços fechados (claustrofobia) ou abertos (agorafobia), o sangue (hematofobia), a doença, a sujidade, o escuro, viajar de avião, andar de elevador, etc.. Temos uma imaginação muito fértil, capaz de transformar uma formiga inofensiva num gigante ameaçador…
As fobias mais preocupantes são, contudo, a agorafobia e a fobia social (que, por vezes, aparecem associadas), por limitarem fortemente a vida das pessoas afectadas. Diz-se que alguém padece de agorafobia quando revela um medo acentuado de se afastar de um lugar seguro (geralmente a sua casa) e de enfrentar lugares públicos, onde pode ser problemático, em algum momento, o rápido acesso a uma saída. Exemplo disso são as pessoas que não querem sair de casa, que se mostram incapazes de fazer compras em hipermercados e centros comerciais, que não conseguem entrar numa sala de cinema ou andar de transportes públicos… receando quer os locais fechados, quer os espaços abertos ou os que são muito frequentados. Praticamente só se sentem seguros em casa, e alguns só se aventuram a sair se uma pessoa de sua confiança os acompanhar.
A agorafobia “representa 60% de todos os estados fóbicos que reclamam tratamento específico. Dois terços dos casos identificados pertencem ao sexo feminino. É a fobia mais incapacitante e a que oferece mais resistência ao tratamento”, refere o manual Dez Palavras Chave em Psiquiatria. Raramente aparece durante a infância, ao contrário das fobias específicas e da fobia social. Na maioria dos casos, a agorafobia desenvolve-se depois da pessoa ter vivido uma experiência angustiante de descontrolo em público (uma crise de pânico); com o receio de que o episódio se repita, evita progressivamente mais situações que possam desencadear um novo achaque. A ansiedade dispara só de pensar na possibilidade de isso voltar a acontecer: a pessoa tem medo até de pensar no medo.
Apesar da agorafobia ser a mais frequente entre as fobias que recebem acompanhamento médico, pensa-se que a fobia social é a que afecta mais pessoas actualmente. Estudos europeus e americanos apontam uma prevalência de 13 a 14% mas uma grande parte das pessoas afectadas não procura ajuda médica precisamente por terem medo de serem observadas pelos outros. O contacto social, o relacionamento com pessoas fora da família e as mais variadas situações que os expõem aos olhares dos outros, são evitadas e entendidas como uma fonte de embaraço e humilhação. Tal conduz ao medo de falar em público, de comer em público, de usar uma casa de banho pública, de trabalhar em grupo, etc., pela suposição de que se vai fracassar na tarefa, cair no ridículo, perder o controlo, ficar envergonhado, corado, desajeitado… ou até “paralisado”. A origem das fobias

Por que é que algumas pessoas desenvolvem fobias a determinada altura da sua vida? “Aí temos um assunto demasiado complexo para ser tratado rapidamente”, adverte Vítor Rodrigues. É um fenómeno iminentemente psicológico mas factores ambientais, biológicos, emocionais e cognitivos podem estar na sua origem. Diversas explicações têm sido apontadas como “a teoria psicanalítica e a teoria cognitivo-comportamental, para além de outras que vêem nas fobias o resultado de experiências dolorosas ultra-precoces, nascidas das vicissitudes da vida intra-uterina e do parto ou, ainda, um produto frequente de vivências traumáticas em vidas passadas”.
“Na minha opinião”, acrescenta o psicólogo, “é possível que cada uma das teorias mais importantes tenha razão de ser e seja especialmente relevante para uma pessoa mais do que para outra. Uma coisa é certa: existem factores comuns, como a ideia de que algures num passado mais ou menos remoto vivências geradoras de grande ansiedade ficaram gravadas na memória sendo, posteriormente, generalizadas, mascaradas, intensificadas ou metaforizadas por processos psicológicos”.
“Um outro factor comum, nada negligenciável, tem a ver com o modo como a maioria das pessoas vivem descentradas do presente e desatentas em relação ao que realmente está a passar-se no â��aqui-e-agoraâ�™, para dispersarem a sua energia mental em culpas, remorsos e ressentimentos face ao passado, ou ansiedades, desejos e imaginações face ao futuro. A ansiedade não é possível, aliás, sem que haja uma projecção para o futuro, levando-nos a recear algo que poderá vir a acontecer (e que tememos não conseguir enfrentar), o prolongamento de uma coisa que está de facto a passar-se ou a repetição de eventos dolorosos já passados”, refere Vítor Rodrigues. Viver no presente é um bom antídoto para a ansiedade e para as fobias!
Libertar a vida
“Não há nada a recear a não ser o medo”, escreveu Ralph Emerson. De facto, haverá algo mais assustador do que ficarmos paralisados com o nosso próprio medo? Muitas vezes damos por nós a reagir exageradamente a uma situação que, afinal, era inofensiva (como no caso das fobias). No entanto, o inverso também acontece (e vezes de mais!) quando nos sentimos incapazes de nos defendermos, de fugirmos ou, no mínimo, de evitarmos situações que são verdadeiramente uma ameaça para a nossa integridade física ou psicológica. Quando encolhemos os ombros e nos sujeitamos a tudo e qualquer coisa.
É urgente transformarmos o medo em coragem, e caminharmos de cabeça erguida - sentindo medo, sim, mas apenas daquilo que nos impede de sermos mais conscientes, atentos e interventivos.

O Oxi leva o viciado a morte em menos de um ano......
Um dia iria surgir uma droga mais barata e mortal que o crack, esse dia já chegou, uma nova droga chegou ao Brasil, ela se chama Oxi.
A droga é feita com restos de cocaína, além de querosene e cal virgem, a droga tem uma cor amarelada e pode variar dependendo de quem a faz e dos componentes que colocados nela, algumas pedras de Oxi chegam a levar gasolina na composição.
Oxi é uma droga mais barata que o crack, oxi acaba custando nas ruas entre 3 e 5 reais, valor que é a metade do valor da pedra de crack.
O Oxi leva o viciado a morte em menos de um ano, o crack que é uma droga também perigoso acaba levando 5 vezes mais tempo que o Oxi para matar o usuário.
Estão entre os efeitos da Oxi as arritmias cardíacas, calafrios, crises convulsivas, alucinações, alteração da frequência cardíaca e da pressão, sudorese.
Com o uso do Oxi também surgem efeitos psiquiátricos como agitação, agressividade, euforia, hipervigilancia, manifestações psicóticas, alterações de sociabilidade, prejuízo do julgamento e do funcionamento ocupacional.
Enfim, não é por nada que a Oxi é conhecida como a Droga da Morte.

Você sabia que o chocolate pode matar um cachorro?


O chocolate é altamente palatável e muito atraente aos cães e freqüentemente de fácil disponibilidade o ano todo (mas principalmente na Páscoa) e comumente recebem chocolates dos donos ou roubam aqueles que ficam acessíveis.

O chocolate é constituído por carboidratos, lipídios, aminas biogênicas, neuropeptídeos e metilxantinas (teobromina e cafeína).

São justamente as metilxantinas os maiores causadores de intoxicação em cães. A quantidade de teobromina varia de acordo com o tipo de chocolate. Quanto mais matéria lipídica possuir, menor será o teor de teobromina, como por exemplo, os chocolates brancos, que não oferecem tanto risco de intoxicação para os cães. Quanto mais escuro, “puro e concentrado”, for o chocolate, mais teobromina possui e conseqüentemente maior o risco de intoxicação. Assim sendo o chocolate amargo, utilizado em confeitarias para fazer doces é o que oferece maior risco de intoxicação, pois possui em torno de 1,35% de teobromina. No chocolate branco esse teor gira em torno de 0,005%.

A dose tóxica para cães é em torno de 100-150 mg por kg de peso e a dose letal situa-se entre 250-500 mg por kg de peso. Se um cão de 2,2 kg de peso ingerir uma dose de 113,4 gramas de chocolate ao leite, essa quantidade já é tóxica. Já se esse mesmo animal comer 12,9 gramas de chocolate amargo essa também será uma dose tóxica, pois a quantidade de teobromina vai variar nos diferentes tipos de chocolates existentes no mercado. Já um cão de 31,7 kg, para se intoxicar precisa ingerir 2.268 gramas de chocolate ao leite ou 185,8 gramas de chocolate amargo.

A metabolização das metilxantinas no cão encontra algumas particularidades que tornam a sua ingestão altamente perigosa. Sendo um componente altamente lipossolúvel, vai atravessar as barreiras placentárias e hematoencefálica facilmente, sendo absorvida em boa parte do trato digestivo, principalmente estomago e intestino. Uma vez absorvido e distribuído no organismo, no sistema nervoso central vai competir com a adenosina, que é um inibidor pré-sináptico neuromodulador, levando então a excitação. A cafeína estimula diretamente o miocárdio (músculo cardíaco) e o sistema nervoso central, potencializando a excitação causada pela teobromina.

Outra particularidade da teobromina é a sua meia vida, ou seja, o tempo que fica agindo no sangue do animal. No cão a meia vida da teobromina é de 17,5 horas, podendo ficar no organismo por até 6 dias, pois sua eliminação não acontece pelos rins, somente por via hepática.

Em grandes quantidades no organismo do cão, a teobromina vai causar, excitação, hipertensão moderada, bradicardia ou taquicardia, arritmias (contrações ventriculares prematuras), tremores, ofegância, e incontinência urinária. Já a cafeína vai levar a taquicardia, taquipneia, hiperexcitabilidade, tremores e por vezes convulsões.

Os sinais clínicos são: vômito, diarréia, polidipsia e poliúria (bebe mais água e urina mais), náuseas e arritmias cardíacas. Podem apresentar incontinência urinária, hipertermia (aumento da temperatura corpórea) e em casos mais graves coma e morte. Hemorragia intestinal pode ocorrer em alguns casos normalmente entre 12 e 24 horas após a ingestão.

O tamanho do cão também influencia na intoxicação: geralmente a intoxicação é mais comum em animais de pequeno porte, pois há maior quantidade de chocolate disponível em relação ao seu peso corporal. É mais comum também em animais mais jovens e filhotes, pois sua curiosidade natural faz com que ingiram grandes quantidades de alimentos estranhos. As quantidades tóxicas não necessariamente precisam ser ingeridas de uma única vez, já que a teobromina pode permanecer no organismo por até seis dias. Em conseqüência disso, doses repetidas em dias sucessivos também podem levar à intoxicação.

Infelizmente não existe antídoto para a intoxicação com teobrominas e então o tratamento deve ser de suporte para os sintomas apresentados. Trata-se de uma emergência médica e a intervenção do Médico Veterinário se faz necessária e na maioria dos casos a internação é recomendada. Se a ingestão for recente (até 3 horas) a indução ao vômito deve ser instituída. Como o chocolate por sua constituição lipídica, tende a ficar “grudado” na mucosa gástrica, a lavagem gástrica pode ser feita, principalmente se a indução ao vomito não for satisfatória ou se já fizer mais tempo de ingestão. A fluidoterapia deve ser instituída para correção de distúrbios eletrolíticos, alem da rehidratação do paciente. O diazepan pode ser usado para diminuir a excitabilidade assim como controle das convulsões; as arritmias devem ser corrigidas e o fluxo urinário deve ser mensurado. O uso de carvão ativado pode diminuir a absorção das teobrominas, diminuindo a sua meia vida.

Caso a ingestão seja de chocolate branco ou um chocolate com baixa concentração de teobromina o que pode ocorrer é somente um quadro gastroentérico (vômito e diarréia) devido a presença de lipídios e nesse caso os sintomas serão mais discretos e o prognóstico poderá ser bom, com uma rápida recuperação do animal, depois do tratamento sintomático.

M.V. Marcelo Quinzani

Hospital Veterinário Pet Care
     
Chocolate da espinhas??
Afinal, chocolate provoca espinhas? Esse temor tem mesmo fundamento?

Ao abordar esse tema com vários especialistas, chegamos a uma conclusão surpreendente: não encontramos nenhuma referência, na literatura médica, de que o chocolate realmente provoque espinhas.

O que se sabe é que a Acne, popularmente conhecida como cravos ou espinhas, é uma doença inflamatória da pele.

O aumento da produção de sebo, causada pela elevação de hormônios sexuais, principalmente na adolescência, obstrui o canal de secreção da glândula sebácea.
Essa obstrução acaba por formar o cravo, pontinho branco ou escurecido, que se manifesta principalmente no rosto, costas, peito e ombros. Algumas vezes, esses poros obstruídos se infeccionam formando bolhas cheias de pus, conhecidas como espinhas.

O aumento de hormônios pode estar ligado a questões emocionais. Muitas vezes acaba se consumindo uma grande quantidade de chocolate, para tentar amenizar um estado de ansiedade ou tensão.
O resultado é o aparecimento de cravos e espinhas, não pelo chocolate em si, mas pela alteração hormonal dessa condição de estresse.

Além do mais, pesquisas comprovam que o chocolate escuro é rico em Flavonóides, que combatem o envelhecimento das células. Fique atenta(o) à cor do chocolate.
Isso porque os Flavonóides estão no cacau e quanto mais amargo o chocolate, maior a concentração dessa substância benéfica à nossa saúde.

Da próxima vez que for consumir chocolate, coma sem culpa. Mas não se esqueça de que, embora o chocolate não provoque espinhas, o consumo em demasia pode acabar afetando a sua silhueta!